segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Foi na década de cinqüenta,
Do século que foi embora,
Nasceu para toda gente.
Nasceu com a plenitude,
De muita sabedoria,
De ensinar a juventude,
Tem uma grande caminhada,
E mudanças de direção,
Sempre foi preocupada,
Pastora Divina Pastora,
Saúdo-lhe com alegria,
Sempre foi à grande autora,
Foi para nós muitas graças,
Junqueiro lhe viu crescer,
Todos que por você passaram,
Nossa Escola traz memória,
De quem por ela passou
Ensinando toda história,
É uma escola modelo,
Rara de se encontrar,
Só se encontra em Junqueiro,
É hoje muito diferente,
Graças ao prefeito e sua energia,
Quem tem conhecimento presente,
Junqueiro sabe e entende,
Que tem uma grande amiga,
Onde seus filhos aprendem,
Unir, Construir e Evoluir,
É a meta municipal
Para que todos possam adquirir,
(Autor: Profº: José Soares)
domingo, 27 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
Nossa Senhora Divina Pastora
Nossa Senhora Divina Pastora (também invocada sob os nomes de Divina Pastora das Almas, Mãe Divina Pastora ou ainda Mãe do Bom Pastor) é um dos muitos títulos pelos quais a Igreja Católica venera a Bem-aventurada Virgem Maria, sendo, sob essa invocação, particularmente cultuada em Portugal, Espanha e América Latina.
Imagem da Divina Pastora venerada no Convento dos Capuchinhos de El Pardo (Madrid)
As origens da devoção a Nossa Senhora Divina Pastora são imprecisas, mas as primeiras manifestações surgem no século XVIII. Existem referências à Virgem Maria vestida de pastora na vida de São João de Deus, de São Pedro de Alcântara, da Venerável Maria de Jesus de Ágreda e de Santa Maria das Cinco Chagas.
Inicialmente chamada de “Virgen Zagala” (que significa: “a pastora que cuida do seu rebanho”), esta invocação simboliza uma mãe que cuida de seus filhos. No entanto, a invocação mariana de Nossa Senhora Divina Pastora começou a tornar-se mais conhecida a partir da cidade de Sevilha, em Espanha. De acordo com a tradição, a Virgem Maria terá aí aparecido no dia 8 de Setembro de 1703 – data na qual se comemora a festa da Natividade de Nossa Senhora. Ela ter-se-á revelado sentada numa rocha, vestida como uma pastora e num local onde pastavam algumas ovelhas. Desde logo, um conhecido frade capuchinho, Frei Isidoro, tornou-se num grande divulgador desta devoção (tendo mesmo solicitado a um pintor da Escola Pictórica de Sevilha, Alonso Miguel de Tovar, que fizesse a primeira representação da Virgem Maria sobre esta invocação).
Propagação
A partir de 1705 começou a propagar-se por todo o território do Reino de Espanha e da América Latina esta invocação mariana. Nesse aspecto, teve um importante papel o Beato Digo José de Cádiz.
Tendo em consideração a enorme propagação do culto a Nossa Senhora Divina Pastora no sul de Espanha, além da cidade de Sevilha, também Cantillana, Málaga, Santa Marina e Cádiz se tornaram importantes lugares de veneração à Santíssima Virgem Maria sob esta invocação.
Na América Latina, o principal santuário da Divina Pastora é o da Ilha da Trindade, nas Antilhas.
Este culto chegou também à Venezuela, através dos Frades Menores Capuchinhos, por volta do ano 1778. Na Venezuela, o culto a Nossa Senhora Divina Pastora atingiu tal proporção que até se utiliza a expressão “Ó Divina Pastora, a Venezuela é Tua!”, tendo-se tornado na padroeira do Estado de Lara[4]. Já no Brasil até existe, no estado de Sergipe, uma cidade chamada Divina Pastora, elevada a vila em 1836, e cuja Igreja Matriz é dedicada a Nossa Senhora sobre esta invocação. Por curiosidade, o famoso pintor Cândido Portinari executou um belo fresco da Divina Pastora para a casa de campo do Barão de Saavedra em Correias, município de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro.
