sábado, 26 de setembro de 2015
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
PROJETO DIGA NÃO AO BULLYING, SIM À PAZ!
Dando continuidade ao Projeto “Diga não ao bullying, sim à Paz”, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Divina Pastora realizou no último dia 08 de agosto no clube junqueirense, a Palestra “Como impor limites à criança e ao adolescente”, tendo como convidado o promotor de justiça, Dr. Sitael Jones de Melo.
O evento contou com a participação de toda a comunidade escolar – gestores, coordenadores pedagógicos, alunos, professores e funcionários, além da presença fundamental dos pais. Também se fizeram presentes membros dos núcleos que compõem a Secretaria Municipal de Educação da cidade de Junqueiro, cuja titular Senhora Estela Celina Barbosa, salientou a importância da presença dos pais e elogiou a iniciativa do projeto, momento em que se colocou à disposição de toda a comunidade escolar, demonstrando assim todo o seu interesse, juntamente com os seus colaboradores, em contribuir para o sucesso do projeto.
Em seu discurso de abertura, o gestor da escola, professor Luís Costa de Lima, também falou sobre a necessidade da participação dos pais no projeto educacional de seus filhos e da importância e urgência da discussão do tema da palestra. Disse ainda, que aquele era um momento de preocupação pedagógica e que a dispeito da dificuldade do processo, a escola tem empenhado no cumprimento do seu dever de promover a formação cidadã dos seus alunos.
Após apresentações culturais de teatro e dança de rua por alunos da escola e um grupo de adolescentes do município São Sebastião, respectivamente, o promotor de justiça, Dr. Sitael de Melo fez um breve comentário a respeito da importância da arte para o desenvolvimento saudável do jovem e em seguida iniciou sua explanação sobre o tema proposto pelo projeto, colocando-se à disposição para possíveis esclarecimentos, incentivando intervenções a fim de que pudesse haver interação entre os presentes.
Ao contextualizar o bullying, referiu-se à relativização da beleza e dos padrões estéticos, chamando à atenção para o fato de que o que nos distinguem socialmente são os nossos atos. Portanto, devemos ter noção do alcance e dos efeitos para o outro, daquilo que fazemos e dizemos. E sintetizou ao dizer que entende o bullying como a concretização explícita falta de respeito ao próximo, citando a família como base do respeito e esse como princípio básico para a boa convivência, e que a escola é a extensão dessa convivência.
O promotor ressaltou que, por haver uma diferenciação de personalidades entre os indivíduos, este respeito não pode ser impostos, mas que precisa vir da admiração do outro, levando ao desejo de reproduzir as ações e os valores que tipicam essa admiração, pois todo processo de crescimento e transformações que experimentamos, equilibra-se na dinâmica de se distinguir de alguns e se assemelhar a outros. Para o ser em formação da sua personalidade são os pais e os mestres as primeiras referências, daí a necessidade desses interagir entre a família e a escola.
Ao discutir o tema sob o ponto de vista jurídico, o Dr. Sitael de Melo, remete-se novamente ao papel da família, dizendo que a inconsequência é intrínseca ao comportamento do jovem, mas é preciso que se coloque limites nas suas ações e isto já deve ser iniciado na infância. Os pais precisam saber dizer “não” quando se faz necessário, deixando claro que algumas regras devem ser seguidas, pois têm como princípios a injustiça e o bem-estar de todos.
A ausência desses limites muitas vezes tem consequências jurídicas. Existe ainda uma ideia equivocada a respeito do Estatuto da Criança e do Adolescente, pois de acordo com essa ideia ele foi elaborado apenas para proteger direitos. O equívoco está em que, à exceção da criança até os onze anos de idade, que tem garantido no Estatuto o direito de medidas de proteção, o adolescente por sua vez já pode responder criminalmente por atos que se quer crer impensados, por isto a imputação de medidas sócio-educativas e, em delitos mais graves, a internação como pena privativa de liberdade. No entanto, todas essas medidas visam à reeducação do jovem, reabilitando-o ao convívio na sociedade.
Para o Dr. Sitael o jovem traz em sua essência uma enorme capacidade de sonhar e a partir disto constrói a sua idealização do futuro. Muitas vezes a falta de uma boa estrutura familiar contribui para que os jovens desistam dos seus sonhos ou os tenham prejudicados. “Quando me vejo diante de um adolescente ou de um jovem que cometeu um delito, procuro avaliar por todos os prismas o que foi desviado no percurso do seu projeto de futuro; onde os pais ou responsáveis falharam – talvez até mesmo pela impossibilidade de uma melhor orientação –, e sinto grande tristeza quando em alguns casos só me resta pedir a pena de internação. Infelizmente... ou felizmente, a pena da lei é pesada quando deve ser pesada.” Conclui.
Texto: Rubenita de A. Lima
FOTOS DA PALESTRA
sábado, 18 de agosto de 2012
ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL NOSSA SENHORA DIVINA PASTORA
JUNQUEIRO – ALAGOAS
2012
“O
bullying é uma violência que cresce com a cumplicidade de alguns, com a
tolerância de outros e com a omissão de muitos”
(Chalita, 2008)
PROJETO INTERDISCIPLINAR
DURAÇÃO /DESTINAÇÃO
O projeto terá início dia 08 de maio de 2012 com
duração de 08 meses. Será apresentado para todas as turmas do 6ª aos 9ª anos.
EQUIPES
ENVOLVIDAS NA EXECUÇÃO DO PROJETO
Direção,
coordenação, professores, alunos e funcionários de apoio.
JUSTIFICATIVA
O Projeto Bullying surgiu da necessidade de conscientizar
nossos estudantes sobre os maus tratos verbais, físicos e virtuais, atitudes
essas presenciados nesta escola.
OBJETIVO
GERAL
Ø Favorecer
o entendimento do fenômeno bullying por toda a comunidade escolar (pais,
alunos, professores, funcionários e moradores. Reduzir o índice de violência na
escola. Estabelecer um ambiente de
paz e harmonia na escola.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Ø Conhecer
as formas e locais mais comuns de ocorrência de bullying na escola;
Ø Proporcionar
um ambiente escolar seguro, combatendo o preconceito, a discriminação, a
repetência e a evasão;
Ø Estimular
a participação coletiva, com a interação de alunos, professores, funcionários e
pais de alunos na escola;
Ø Estimular
a promoção do Projeto Diga não ao Bullying – Sim a Paz!
AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS NO PROJETO
Ø Pesquisas
em (livros, jornais, revistas, internet e etc.);
Ø Estudo
em grupo sobre bullying;
Ø Entrevistas;
Ø Palestras;
Ø Produção
de textos;
Ø Confecção
de cartazes;
Ø Parodias,
Ø Teatro;
Ø Vídeos;
Ø Apresentação
dos trabalhos realizados em sala de aula;
Ø Exposição
dos trabalhos realizados para a comunidade.
RECURSOS NECESSÁRIOS
Data show, TV, vídeo, computador,
papel, fotos e etc.
TEMAS DAS
PALESTRAS QUE SERÃO REALIZADAS NA ESCOLA
Atuação
da família na educação
Estereótipos
e a alteridade: diversas facetas do bullying
Como
colocar limites para o adolescente, hoje?
Possíveis
transtornos psicológicos
É
fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal
forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática.
SALA DE VÍDEO
ESCOLA
MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTA NOSSA SENHORA DIVINA PASTORA
6º
AO 9º ANO
ACOMPANHAMENTO
- (SALA DE VÍDEO/PROJETOR MULTIMÍDIA)
Professor
(a):______________________________________________________________________
Disciplina:________________________ Data:_______/___/________
6º Ano ( ) Turma(s):_______________ 7º Ano (
) Turma(s):_______________
8º Ano ( ) Turma(s):_______________ 9º Ano (
) Turma(s):_______________
Obs.: Professor
responsável pela sala não aceite a ficha de acompanhamento sem o preenchimento
dos seguintes requisitos.
1. Conteúdo:_______________________________________________________________________
2. TV/DVD: ( ) Projeto Multimídia/Notebook: ( ) Projetor
Multimídia/DVD: ( )
3. Apresentação de slides: ( )
4. Título do (Filme/Documentário):_______________________________________________
Ø Gênero:__________
Ø Duração:__________
Ø Classificação etária:__________
5. Objetivo (s):
6.
Anexar atividade ou trabalho relacionado ao
(Filme/Documentário/Slides)
__________________________________________
Coordenação Pedagógica
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora Divina Pastora
6º ao 9º ano - 2012
Acompanhamento –
(Laboratório de Informática)
Professor
(a):______________________________________________________________
Disciplina:________________________ Data:___/___/________
_____ano turma:_____
Obs. Professor responsável pelo laboratório de informática não aceite a
ficha de acompanhamento sem o preenchimento dos seguintes requisitos.
1.
Conteúdo:_______________________________________________________________________
2.
Site(s): _________________________________________________________________________
___________________________________________________________________________________
3.
Objetivo(s):
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
4.
Anexar atividade desenvolvida no
laboratório de informática.
domingo, 12 de agosto de 2012
DIGA NÃO AO BULLYING, SIM À PAZ!
Bullying é uma palavra ainda sem
tradução literal na língua portuguesa, mas pode ser compreendida como um
comportamento como um conjunto de práticas agressivas e de exclusão, muitas
vezes elevada ao grau de violência extrema, sejam estas verbais, físicas ou
virtuais, dirigidas a pessoas que são consideradas pelos agressores como fora
de determinados padrões estéticos, sociais, culturais e comportamentais
estabelecidos quase sempre a partir de critérios fundamentados em preconceitos.
É por excelência uma manifestação de intolerância. Não é um fenômeno recente, mas vem se
intensificando nos últimos anos com praticas de agressões cada vez mais cruéis e
sofisticadas. Algumas de suas causas mais prováveis são as banalizações da violência, a impunidade e a
rejeição de valores que são primordiais para uma convivência harmoniosa,
baseada na aceitação do outro, no respeito às diferenças.
O bullying é universal e sua
pratica não é exclusiva de grupos específicos, uma vez que se processam em
todos os segmentos de classe sociais e ambientais, tais como: escola,
universidade, no trabalho, nas ruas e até meso em casa. E é justamente no
ambiente escolar que a pratica de bullying vem se propagando entre os
adolescentes e, de maneira preocupante, entre crianças com menos de dez anos de
idade, com forme a imprensa tem noticiado com freqüência.
Na maioria dos casos as vitimas de
bullying fecham-se num circulo de sofrimento, muitas vezes silencioso, enquanto
vão desenvolvendo uma série de transtornos psíquicos que chegam até mesmo a
invalidar suas existências. Paradoxalmente, em alguns casos as vítimas
incorporam a postura do agressor. Exemplo disto também tem estado no
noticiário, onde assistimos na TV ou via internet, indivíduos promovendo ataques
e assassinatos coletivos contras pessoas inocentes e indefesos e revela-se
depois que este agressor sofreu bullying num determinado momento de sua vida.
No caso especifico da escola
deve-se observar que as agressões podem tomar proporções muito maiores levando
a conseqüências que comprometam não só o equilíbrio emocional e a integridade
física das vítimas, mas também o desempenho, e os índices de produtividade.
Essas conseqüências somadas podem resultar na evasão escolar.
Foi a partir dessa compreensão que
a ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL NOSSA SENHORA DIVINA PASTORA está desenvolvendo
o projeto “Diga não ao Bullying, sim à paz!” com o objetivo de favorecer o
entendimento do fenômeno bullying em todos os seus aspectos e variáveis, como
forma de evitar a disseminação da violência e estabelecer um ambiente de harmonia
e produtividade na escola. Para viabilizá-lo esta contando com o envolvimento
de toda a comunidade escolar – diretores, coordenadores, alunos, professores e
funcionários.
Segundo os seus idealizadores, o
projeto – que tem como público-alvo alunos dos 6ª aos 9ª anos, numa faixa
etária entre 11 e 20 anos – surgiu à necessidade de conscientizar esses
estudantes das conseqüências de maus tratos físicos, verbais e virtuais,
atitudes essas ocorridas nas dependências e adjacências da escola.
O projeto “Diga não ao Bullying,
Sim à Paz!” já esta em andamento desde maio último e se estenderá até o final
do ano letivo de 2012. Vem sendo aplicado através de um conjunto de ações
educativas e práticas, que incluem debates, estudos em grupo, entrevistas, produções
de textos, confecção de cartazes, teatro, vídeos, além de apresentações e
exposições para toda a comunidade dos trabalhos sobre o tema realizado em sala
de aula. Ainda dentro do calendário de atividades constam palestras ministradas
por profissionais da área de saúde, psicólogo, assistente social e uma
enfermeira do PSF. Cada um desses profissionais abordou aspectos específicos do
tema.
Para o coordenador pedagógico da
escola, “Essas palestras são bastante valiosas, pois na mediada em que ampliam
nossa compreensão sobre o bullying, nos possibilitam utilizar as ferramentas adequadas
a cada caso, tanto em relação às vitimas, como no que diz respeito aos
agressores. Sabe-se que a escola, ao lado da família, é uma instituição que
contribui para a construção afirmativa do cidadão. Esperamos que as ações
práticas que estamos empreendendo aqui na Escola
Municipal Nossa Senhora Divina Pastora nos tragam subsídios para
combater o bullying entre os nossos estudantes e assim possamos cumprir parte
do nosso papel d educadores”.
Texto: Rubenita
Texto: Rubenita
terça-feira, 7 de agosto de 2012
PROJETO - “Você é aquilo que come”
VESPERTINO
8ª
ANO
Realizado em sala, em
etapas enfocando a necessidade de uma dieta equilibrada e uma alimentação saudável,
em virtudes dos crescentes números de obesos adolescentes. A culminância se deu
em um SEMINÁRIO INTER CLASSE, onde a sala foi dividida em equipes e as demais
vieram visitar, os alunos expondo os seus conhecimentos a toda comunidade
escolar.
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